segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Somos dois...

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Somos dois corpos
Um só espírito
Dois olhos que nunca
Se encontraram mas se
Apaixonaram...
Duas peles que não se
Tocaram mas anseia uma
Pela outra...Dois que
Na distancia do silencio
Nos compreendemos...
Dois seres que não se limitam
E não se prendem porque
Somos dois que se completam...
Um guia o outro somos pontes
E alicerce...Dois que aqui permance
Dois corações e uma historia
A nossa historia de amor...
Virtual e Real...

(Fernanda Maia)

Bombom,
Insessantemente serei metade... porque assim não me esquecerei jamais, mesmo que pudesse, que sou isso apenas... metade, sempre ao meio, faltando a outra parte que completa e dá sentido, que faz ser completo quem se sente assim...faltando mais que uma parte, faltando metade... faltando você na minha vida. Que a vida me tudo, felicidades, paz e amores... sei que serei sem ti, apenas o que sou agora, uma parte apenas que não existe sem você.

<<És amor em mim>>

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

alma tua,

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Nua,
alma tua,
lava aguada e quente,
liquefeita de sonhos e chamas sentidas
cubro-me com teu manto de vento oceano
e me torno onda-luz...

Os oscilantes desejos teus
entremeiam os espaços rubros do meu corpo ardente
e banham-me visceral o âmago de azul...

Ah! Ondulantes águas tuas que me assanham no Éden de amor
Ah! Cristalinas que em vagas me engolem em abraços longínquos
Ah! Afago marítimo molhado que me lambe os delírios e me invade de prazer

Tu és um mar doce em mistério...
Um arcano instigante vertiginoso flutuante...
Meu amor
Claudia Perotti

Amor-delicia,
Ainda que nenhuma palavra diga...nenhuma letra escreva e este blog se torne apenas o relato de um desejo eterno sem reposta nem eco...ainda sim te amaria com a mesma intensidade, o mesmo desejo... não desta época ou de outra... mas de todas em q vivemos, em que morremos em que nos amamos.... Eternamente, sempre... há de ser, eu sei.

<<És o meu amor>>

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Desejo de Reencontro




Secam-me os lábios
Quando não estás,

Como o fogo
que se extingue
No monte…
Quando os pastores
regressam a casa.

Desaba o silêncio,

Sem álamos nem música,

Na luz que o ECLIPSE roubou

Neste corpo inerto que jaz sem ti.

A amargura do tempo,

Segundos que viram séculos

Mãos vazias, me aprisionam

Esperam as tuas

Na cela da ausência que sinto

Ficando o desejo,

Apenas ferve o que quero…

O perfume do encanto

Para que o dia chegue ao fim.

Quando olho o infinito,

Embalo em sonhos…

Vejo o teu rosto pintado no céu…

Na suavidade do toque

Que a minha imaginação conduz,

Nos fios do teu cabelo,

Que ondulam nas nuvens,

Preenchem o espaço

Inundam todo o meu corpo.

Assim fico,

Um morto-vivo, olhando o vazio…

Para que o tempo passe…

Passe… rapidamente

Neste desejo de reencontro.

Luiz F. Barreiro

Bombom,
Os dias sem poemas aqui escritos... todo o tempo longe, sem olhar nos olhos... e agora sem ouvir a voz logo cedo... tudo isso, só mostra que mesmo os maiores amores, os maiores problemas, as maiores mudanças na vida... apenas tentam esconder o sol por detrás de uma simples renda...impossível seria.

O desejo é sempre o mesmo... o carinho, a vontade de tua boca, ou a necessidade de tua imagem. Só tenho fotos e a lembrança, minha delícia... que decerto você não mais deseja ser. Mas eu sim, e enquanto houver em mim esperança, vida e sopro de vida... serei metade, incompleto até que você faça parte, seja a outra metade a completar a nossa alma.

És o meu amor...infinito amor.
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