quarta-feira, 30 de abril de 2008

Diz-me


Diz-me tu como te quero.
Tu.
Que me calaste as palavras
Num beijo tão longo
Que foste a minha boca
Que foste respirar
Que foste a minha voz.
Diz-me tu como te desejo.
Tu.
Que me ardeste no corpo
Num abraço tão apertado
Que me tornaste e me deste
Um desejo maior
O desejo de nós.
Diz-me tu como te amo.
Tu.
Que me tomaste as palavras
Que me tornaste desejo
E a quem em silêncio chamo
E a quem ardendo amo.
Diz-me tu, meu amor.
Diz-me tu de nós.


Bombom amor,
Adoro ver as palavras... q saem de teus lábios, a hipnotizar meus olhos.... já resparastes como me hipnotiza quando falas, quando ao som de tuas sílabas tens o controle de cada parte de mim, de meu coração e meu corpo? Tú me tens, e eu me entrego com prazer a ti.

<< Minha pele deseja a tua>>

terça-feira, 29 de abril de 2008

Saliva


Deslizo poemas de saliva
No rascunho da tua pele...
Rimas profanas...estrofes abissais
O sentido profundo de um verso
Fala a língua dos teus gestos
Em convulsões gramaticais...
Poemas recatados na tua pele sem pecado
Poemas de navalha no teu corpo sem perdão
A figura de linguagem do desejo
Fala a língua do meu beijo
Sem tradução ...



Amor bombom,
Cada beijo, por curto q seja... cada segundo sentindo teu perfume, tua respiração e teu corpo em meus braços é pedaço de eternidade.... e tocar a alma única cúmplice, deseja-la mais, quere-la demasiado....sonhar as noites.

É como se não tivesse passado nem uma semana dos últimos beijos, e como se toda a saudade não existisse... estar ao teu lado torna qualquer saudade irrelevante, perto do amor que tu és, em mim, comigo...juntos.

Amor Bombom, és amor da minha alma, amor meu, delícia minha, desejada....a ser sonhada e deseja esta noite.

<< Minha pele deseja a tua>>

Tua respiração


Tua respiração me encrespa a pele,

arrepio em poros, derme adentro...

E eu, avesso ao (cala)frio, te esquento,

e te sopro de fora, do meio ao centro.

Se és de mim, minha, como prometes;

se ventas em mim teu desejo inteiro,

eu me rendo ao pólen, tua aragem,

e tremulo no ar, sob teu vento primeiro.

Tua brisa lasciva, meu fôlego incontido,

viração que nos despe de pudores...

Nos desnuda, nos exibe e desavessa,

e nos deixa vestidos apenas de amores...


Alma-metade minha,

Minha pele quer setir toda a sua pele, não ter segredos....descobrir cada poro, com a língua, as mãos, sentir teus perfumes, teus calores e teus frios.


Te quero amor, te quero, te quero.


<< Minh'alma ama a tua>>